sexta-feira, 26 de janeiro de 2007

Africa "Super Enduro" Twin

Cá vai...
Sempre a pensar em alterar a montada (já que não há guita para comprar várias), e agora com o "empurrão" das transformações do Presid acho que é desta que vou avançar!

Ideia geral: Transformar na AT numa mota verdadeiramente DUAL SPORT. Quero uma mota que me permita andar todos os dias, fazer umas viagens de alcatrão, umas expedições off-road e as voltinhas NOMADs de MAXI-enduro cá no nosso Quintal!

Em suma quero:









...to be continued

segunda-feira, 22 de janeiro de 2007

Qual é o teu pior pesadelo??


Lucky explorer

Para mim é uma das decorações mais bonitas das motas de rallye!
Desde muito cedo, que gostaria de pintar a minha mota com a decoração das Cagiva... a minha dúvida é de que ano?

A) 1985



B) 1988



C) 1989 (a mais provável )



d) 1990 (talvez a mais simples)



A mota de série pode ajudar a ter uma ideia em como ficará a Africa "Lucky explorer" Twin

Mais uma pérola do passado!

Um cartaz a publicitar a partida para o Rallye mais duro do Mundo, em 1987!

Tamanrasset

Isto foi em 1987. Impressionante:







sexta-feira, 19 de janeiro de 2007

quinta-feira, 18 de janeiro de 2007

Elmeer memorial

As actividades em memória a Elmeer Symons não param.
Comprem aqui uns autocolantes e contribuam para o "Relief fund".

segunda-feira, 15 de janeiro de 2007

Um exemplo de força, crença e preserverância...

Velhos são os trapos:

Robbie Allan participou no Dakar Lisboa-Dakar 2007 com 65 anos de idade!

"Vou avançando ao meu ritmo..." dizia ele!

espectacular!



Desistiu na sétima etapa:

RESPECT

Go Leotte, go...

La "poderosa" numa foto mítica:

Inveja....pura inveja!

Do Quim, Daniel e Enrique.....

Posições a 4 e 14 de Jan!!

O Dakar que não se vê na TV!

A família TILLIETE...filha e pai (acho!)
Cairam ambos na primeira curva! Creio q o pai caiu por solidariedade para com a filha! e julgando pela carrada de gandulos q a foram ajudar, o Sr. Tilliete deve ter vindo atrás para proteger a sua "menina"! eheh

(aqui o gândulo é a primeira cara a espreitar do lado direito da foto! fotos cortesia do Filipe Barreira)



As quedas na primeira curva foram uma constante!



O acampamento NOMAD na Comporta:



As ajudas NOMADAS:

Gasolina "Terras do Pó"



E Mega-Luis-Rosa-destasca-tudo-e-todos!

107 - Elmer Symons

Morreu Elmer Symons. Piloto privado Sul-Africano que foi ajudado pelos NOMADs para poder viver o seu sonho de chegar ao Lac Rose. o seu SITE

Há dias, estava a preparar a sua mota na garagem do Presid!!

"Mais um espírito que se junta aos GRANDES que o Dakar já reclamou. Vadiará para sempre pelas pistas africanas..."





Posto uma mensagem e um vídeo em memória de todos que morreram à procura da glória no DAKAR....

Morre lentamente...

quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho
quem não se permite, pelo menos uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos...

Pablo Neruda


Procurem as diferenças...













Dakar

Faço anos a 31 de Dezembro, e uma das melhores prendas que recebo todos os anos é a possibilidade de acompanhar e sonhar com o mítico rally Paris-Dakar.....desvirtuado ou não da sua real e inicial essência.



Mais do que uma simples corrida de velocidade, o Dakar exige capacidades de navegação fora de pista e qualidades de regularidade. Numa corrida de rali o endurance é primordial, qualquer falha, mesmo pequena, paga-se caro. Esta mistura de rigor físico e de desempenho técnico seduz desde há mais de trinta anos (Tem a minha idade!) campeões provenientes de todos os quadrantes, todos eles ávidos de controlar e apreender esta prova única.

Manx TT

Para quem não sabe falo do Tourist Trophy da ilha de MAN!

Eis a bandeira da famosa ilha com o seu também famoso Triskelion de pernas de cavaleiro!



Esta simpática ilha situada no mar da Irlanda, no centro geográfico das ilhas britânicas, alberga um povo fanático por corridas de mota em percursos citadinos (Tourist Trophy)



Parece que em 2007, o TT de Manx faz 100 anos!!!!!!!!!!!!!!

Belo pretexto para lá dar um salto....ou não?

"For 100 years, the world-famous Isle of Man TT has been the supreme challenge in motorcycle road racing. The Island's tortuous 37.73-mile Mountain Course demands the utmost nerve and skill from competitors,... "



Site oficial: http://www.iomtt.com/

O que é um café-racer?

Retirado do blog dos MotardsDoCaneco:

What's a café racer?

Basically, back in the London of the 50's people used to hang out in Bars/Pubs/Cafe's.

You made your own entertainment then, and one form of that was putting a record on the jukebox, and racing a buddy of yours down the road on your stripped down bike. The point was to get back before your mate AND before the record ended.

The rider didn't really win anything except a cup of Java or a pint and of course bragging rights.

The times have certainly changed but in Britain and especially London the Cafe racer scene is as strong as it ever was.

Cafe Racing essentially means racing from the cafe and back again.


Viagens

Retirado do fabulástico BLOG do Nomad Renato Braz

"(...)
Quanto a mim, o que me desafia e dá adrenalina (daquela tipo long drink e não em shot) são as viagens. Mas viajar não é, para mim, atravessar o mundo e ir enterrar a cabeça na areia de uma qualquer estância “exótica” de luxo. Viajar, como apreciar um bom tinto, implica escolher, cheirar, beber, saborear, deixar que se difunda em nós e, por fim, assimilar o que interessa e eliminar o que não. Novamente, como um bom vinho viajar por vezes sabe bem só porque sim. Mas na maioria dos casos, deve ser tido como complemento de algo.De facto, sempre que fui de férias só por ir de férias, não consegui a completa catarse do cansaço e dos problemas do ano. Por isso, durante o ano procuro desenvolver um projecto a executar (/desenvolver) nas férias. Normalmente, em conjunto com um grupo de amigos, escolhemos/ traçamos um objectivo, estudamos a sua viabilidade e, depois, deliciamo-nos com os preparativos. Os desafios são tantos que, durante o mês das férias, nem muito ao longe me passam pela cabeça os problemas do trabalho, da família ou da universidade.Claro que também me sabe bem o dolce faire niente, mas para isso não é preciso ir para o outro lado do mundo. Acreditem! Em Portugal, somos muito bons nessa arte. Basta um fim-de-semana sem stress, junto ao mar, com um bom livro e... já está!Já para férias “a sério”, ajudar a restaurar templos budistas na Mongólia, contribuir para a preservação de uma barreira de recife, ou atravessar o Sahara numa complicada missão logística para entregar medicamentos no Senegal são interessantes exemplos de actividades que se podem desenvolver. Com base na minha (ainda) curta experiência, descobri que vivemos muito de estereótipos, de preconceitos e de mitos impostos pela comunicação social. O mais assustador é que, apesar de cada vez viajarmos mais, pouco aprendemos sobre os locais para onde vamos. Limitamo-nos – como dizia Miguel de Sousa Tavares – aos programas de alegria programada e de felicidade comprada a prestações onde só vemos/conhecemos o que nos querem “vender” e, no fundo, não aprendemos nada sobre as comunidades locais, a sua cultura, os seus problemas… até a economia local é pouco estimulada, pois o grosso dos lucros vai para as estâncias de luxo de grandes grupos financeiros.A alternativa, baptizada por outros povos – talvez mais conscientes – de turismo responsável, baseia-se em oferecer algum do nosso tempo e talentos, contribuindo para o desenvolvimento de um projecto social, cultural ou ecológico num país com poucos recursos. Esta abordagem é também muito enriquecedora para o turista que, desta forma, ingressa efectivamente numa comunidade, apre(e)nde o lugar, a sua cultura e suas gentes.Estas experiências mudam o modo como vemos o mundo e levam, por vezes, a importantes descobertas sobre nós próprios. O que experimentamos e aprendemos fica totalmente imiscuído/imbuído em nós, influenciando o modo como vivemos, pensamos, sentimos... e em sentido mais lato, alterando a nossa filosofia de vida.Se muitas pessoas entenderem esta visão, os resultados poderão ser assinaláveis. (OU: Quanto mais pessoas interiorizarem o verdadeiro significado da palavra ‘viajar’, mais assinaláveis poderão ser os resultados das viagens…)Os interessados poderão utilizar o potencial da Internet para procurar mais sobre o assunto."

Retirado (e traduzido) do Manual de Enduro de José Gonzalez Tortosa (Dr. Infierno):

"Se existe uma actividade motociclista que exercite com igual intensidade, mente e corpo, essa é o fora de estrada ou "Off-road". Dentro desta categoria, o enduro proporciona ao motociclista uma sensação de liberdade e improviso que, unido à técnica de pilotagem, o eleva à categoria de arte...uma arte que se desenvolve no íntimo contacto com a natureza! (...)
(...) A técnica aprende-se. A ferramenta, o material, a mota já o temos. O caminho está ali...só faz falta, para o percorrer, algo completamente pessoal e intransmissível: ilusão, vontade, sensibilidade, inteligência, espírito de superação, fé, força e capacidade de sofrimento. Tudo isto misturado com um equilíbrio entre valor e prudência, são os ingredientes que nos permitem perceber porque é que o enduro engrandece a alma humana."



Concordo